7 de novembro de 2015


Não esqueças, mas absorve. Porque é desta forma que vivemos: não podes parar mesmo que a alma te doa. E, mesmo que não percebas muito bem do que é isso de ter uma alma, não deixas de sentir o vazio no peito e a vontade de dormir, horas sem fim. Não esqueças, mas sorri. Somos obrigados a sorrir mesmo que o sorriso seja o mais falso que possas dar. Porque parece não haver direito, de sentir o que sentes e de viver em função disso. Não esqueças, mas não mostres. Quem realmente precisa ver, verá. Por dentro. Sem palavras. Só por dentro. Porque por detrás do teu sorriso há muito mais que precisa ser falado.

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