3 de junho de 2015

3 de Junho


Mãe... tanto de mim tem tanto de ti. Tudo de mim precisa tanto de ti. Passe o tempo que passar. Cresça eu o quanto crescer. Eu serei sempre feita de ti, sempre. E eu tentarei seguir sempre os teus passos, sempre. A lutar, a sorrir, a ir em frente. Como se nada te abalasse. Tão mentira, não é Mãe? Quanto suportaste? Quantas lágrimas escondias atrás de um sorriso? Quanto esforço foi o teu para me teres visto crescer, mesmo que pouco? Porque desististe de ser feliz, Mãe? De lutar, de ir... Se tu ias vencer Mãe. Tu ias. Porque suportaste sem eu poder proteger-te? Porque calaste, Mãe? Porque demonstravas o paraíso se o inferno era a tua casa. Porquê, se tinhas tanto para viver... E eu não te dei a coragem que precisavas porque a minha coragem eras tu. E mesmo que a tua escolha tenha sido lutar por algo que não mudaria, eu vou sempre lembrar-me de ti como a minha maior força e fonte de inspiração. Porque eu sou tu e jamais algum dia isso mudará.
Mãe, sentirei sempre a tua falta.

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