5 de março de 2015


Não, eu não vou morrer de Amor. Como poderia, eu, morrer de amor se, até hoje não morri depois de tudo o que me fez chegar aqui?! Medo? Se tenho medo? De quê? Do que poderia ter medo? Disseram-me que as pessoas não são insubstituíves e, não são mesmo. Eu não morro de Amor, o Amor é que morre. E, mesmo que doa, mesmo no fundo, mesmo que pareça que tenho um buraco no coração, um vazio que não enche, mesmo que não receba as palavras que preciso no momento em que preciso e mesmo que, o nome dele, me invada a mente em todos os momentos sem parar... Eu sei. Eu tenho a certeza. O tempo manda tudo embora. Enquanto houver um amanhecer eu viverei forçosamente... Sem Amor. E um dia aprenderei,

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