7 de dezembro de 2014


Aprendo muito. Sempre muito. Aprendo coisas novas. Um dia sim, um dia não. Mas aprendo...sempre mais do que aquilo que sabia. Acho que, de todas as coisas que eu já aprendi ou que posso vir a aprender, o amor será sempre aquilo que nunca saberei escrever, mas que sempre poderei sentir. Eu posso; também porque mo permites sentir, mas também porque eu escolhi sentí-lo por ti. E, passados tantos meses de uma decisão repentina mas séria, eu sei que continuo a aprender, todos os dias, mais de ti. Eu sei que sou irremediavelmente irritante. Mas eu também sei que é por este meu feitio que tu és capaz de me fazer rir de uma forma descontroladamente descontrolada. É verdade, tão verdade que tu o sabes sem eu ter que dizer. Eu posso estar chateado ou então, tentar estar que se olho para ti e me dá vontade de rir, eu rio. E é por isto ser tão espontâneo que eu sei que és a pessoa certa de tantas coisas erradas que possam existir. E uma das minhas certeza é querer aprender tudo sobre o amor, tendo-te como referência.

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