13 de agosto de 2014

Pará de ser o veneno que me consome o tempo, a alma, a vontade, a esperança e o sorriso. Pará de ser o que nunca foste e o que nunca quiseste ser, para mim. Pará de ser frio, distante, arrogante e um osso duro de roer. Pará de agir como se não nos conhecemos à tempo suficiente de partilharmos uma história. Partilhamos tanto. Profundo. Nosso. Pará de fazer-me temer a pessoa que vejo nos meus olhos. E, quando decidires parar, vem até mim. E quando vieres repara, por uma única vez, que quem esteve sempre parada fui eu. Sempre à tua espera. Sempre com o mesmo sentimento.

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