15 de fevereiro de 2014

Também dói passar por tua casa, por aquela paragem. Também dói a esperança de te ver entrar, mesmo que não tenha sentido algum. Espero, em breve, que não precise mais apanhar aquele comboio maldito, com o destino que me sufoca. Aí não preciso mais lembrar-te, nem esperar-te. Aí o meu coração já não vai estar nervoso sempre que a paragem se aproximar. Porque essa paragem, vai deixar de existir.

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