16 de fevereiro de 2014



A rapariga cresceu e mostrou-se uma Guerreira. Forte nas tempestades com um sorriso que não acabava. A rapariga cresceu e tornou-se no que deveria ter-se tornado: calma e com fé, com fé num saco cheio, com fé num poço infinito. A rapariga cresceu e não desejou mais a morte, nem viu mais a bruxa que em tempos a procurava. A menina tornou-se rapariga e a rapariga tornou-se mulher. Eu, hoje, sou feliz.

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