3 de abril de 2012


é triste, mas é verdade. e eu lamento...ou talvez não. sei que não me levantarias da queda, fosse ela profunda ou superficial. sei até que me tentavas embalar em palavras, mas elas jamais serviriam de meus cobertores. o aconchego está nos dias em que a lua adormece e tu me dás luz no escuro do meu quarto. o aconchego está na compreensão que me devolves e na paciência infinita que me entregas. é que sabes...por vezes os lenções tornam-se gelo e alma não encontra lugar para pernoitar. por vezes os sonhos tornam-se monstros e a vida lá fora dói na alma e no coração. eu sei que não estarias aqui, mesmo depois de mais ninguém estar e é isso que me desfaz, que sempre me desfez. é isso e a vontade de não estar aqui, nem aqui nem eu lugar algum.

11 comentários:

  1. Respostas
    1. Até eu gostava , apesar de serem sem destino é sempre bom lê-las (:

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    2. obrigada minha querida :) também gosto do teu blog.

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    3. Também perdes-te a tua mãe? :s

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    4. Obrigada por teres comentado a minha historia, se cheguei ao fim foi graças ao vosso apoio *.*

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    5. hello, hello. vi que comentaste e sim, criei o blog à pouquissimo tempo. espero que tenhas gostado tanto como eu gosto dos textos que escreves. são mesmo bonitos e com bastante sentimento. força!

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    6. bem, em relação à anestesia, se calhar é esse o lado bom, podermos fazer mil e uma coisas e nada acontecer. acaba por ser divertido.

      depois aquilo da linguagem gestual obrigado por pesquisares, mas é mesmo uma pena que assim seja. a limitação deles tornava-se menor. é o que eu acho.

      beijo ;)

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  2. Obrigada querida pela compreensão e pelo apoio, eu sei que não devia pensar nisto agora como escrevi é inevitável não consigo controlar ...
    eu sei que depois disso acontecer temos que continuar com a nossa vida mas o meu 'problema' é que eu sou bue pegada aos meus pais, e lamento pela tua perda princesa :$

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