10 de novembro de 2011

os exageros da ilusão


Nunca cheguei nem fui o bastante, nem demasiado.  Fui pouco, nunca muito, cheguei a ser nada. Nunca cheguei a dizer-te que te amava, imenso, o suficiente para parar, esperar ou resistir, mas não a sobreviver. Isso é difícil, eu não gosto, nem o meu coração, mas tu obrigaste-o a muito...demais. Nunca cheguei a gritar-te, antes disso o silêncio deu cabo de mim e tu nunca viste. Não te disse muito e o pouco que te disse, soube a nada. Sabes... soubeste-me a muito, mas eu nunca te quis dizer. Longe estão as memórias que o tempo esmagou, as saudades que devoravam o ser que eu não sabia ser e a esperança que morreu no amanhã que não veio. Foi tanto e tão pouco que o para sempre é um exagero. Eu exagerei. Tu não chegaste ao bastante.

10 comentários:

  1. Adorei o que escreve!!

    Vou voltar aqui mais vezes!!

    Beijos

    ResponderEliminar
  2. adorei marta (:
    espero que esteja tudo bem contigo, beijinho*

    ResponderEliminar
  3. amor estou sem palavras, já tinha falta de te ver escrever estes textos ou desabafos mas de uma forma fantástica amo-te <3

    ResponderEliminar
  4. tenho precisado tanto de ti marta :$ quero-te bem, acima de qualquer coisa.

    ResponderEliminar
  5. http://lionheartmoreira7.blogspot.com/2011/12/m.html

    ResponderEliminar

Fica em segredo, entre nós.