31 de julho de 2011

hoje não muda, hoje é igual


A dor assombrou-me e as lágrimas tapam-me o rosto.
Não sou forte e não tenho que o fingir por ser hoje. Hoje, eu tenho o mesmo coração de ontem. Hoje, a dor continua comigo. Hoje, eu quero livrar-me de mim. Preciso do céu que desmorenou. Preciso da paz que a dor me roubou. Preciso de ti mãe, preciso tanto. Tanto.

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