8 de março de 2011

- nosso, tão tão tão nosso.

« Acho bem porca feia gorda parva ! »

É este o amor que me dás. Diria eu ser mágico, puro e quase não parecendo real. Talvez aos olhos dos outros seja estranho, ou não, mas talvez a verdade seja essa: o amor é estranho e tu és parvo! Diria eu que tu formavas o meu sorriso através de palavras partilhadas, diria eu que sem ti a felicidade não seria a minha casa, diria ainda mais: que o para sempre será o meu limite. Disse, digo e direi que te amo, as vezes que forem precisas, de todas as maneiras possíveis, até este verbo minúsculo, mas com o maior sentimento do mundo, nos possa pertencer. Já te agradeci vezes sem conta por este tempo muito nosso, já quebrei promessas, já te desiludi, mas em contra-partida e para o nosso bem, somos felizes. Todos os dias em que estamos e não estamos juntos. Somos felizes, com todos os segredos que são o nosso tesouro e por este amor ser a nossa luz, a luz de cada um. Somos felizes, muito muito muito, por termos criado apenas uma alma, a nossa, que se formou de dois corações. Tão diferentes e tão iguais. Tão puros e tão inocentes. Um tão meu, outro tão teu; que agora é o nosso. O nosso coração. Deixa-me gritar: "nosso!". Muito nosso. Nosso, nosso, nosso. Deixa-me repetir só mais uma vez, posso? "nosso". E outra, "nosso" e outra, outra, outra...
Obrigada, meu Ser Humano perfeito. Obrigada e amo-te!

Diz ele, escreve algo alegre. Mas tu só, já és a minha alegria...

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