7 de março de 2011

- foste/és/serás.

Sempre foste a razão de tudo. Sempre foste o motivo da minha felicidade. Foste tu quem criaste este meu coração puro. Foste tu quem iluminaste a minha alma e quem a deixou na escuridão. Foste tu... Tu que me fizeste sorrir e apagaste as minhas lágrimas. Foste tu que me deste a mão, que me abraçaste, que me fizeste viver num mundo melhor, mais fácil e nosso. Apenas tu. Foste tu, és tu e serás sempre tu. Tu que vens, que vais. Tu que és o meu e o que eu desconheço. Tu que me fazes feliz, que me empurras para o desespero. Tu que me fazes ser mais humana, sentir-me melhor; menos vazia, mais preenchida. É o teu sorriso que me dá vontade de gritar, de ficar e nunca ir. São as tuas palavras que fazem de mim o que sou, que me dão a certeza que te mostro, que não te tiro; dou-te mais a ti, do que a mim. Dou-te, mesmo quando não quero dar. Vem de dentro, do coração. Dou-te porque me és, porque apoderaste de mim, porque te sou, me és. És a alma vazia, ou cheia. És o coração, esteja ele apagado ou vivo. És a noite, com ou sem estrelas. És o dia e o tempo que não pára. És o bem-estar e o desespero. És tudo, tudo, tudo! Tudo o que há em mim, tudo o que me rodeia, tudo onde me envolvo, tudo o que me pertence.
Tu que me abraças, tu que és o meu abrigo de tempos sem fim, tu que me manténs viva, tu meu para sempre, chamo-te de homem da minha vida, de meu sonho nesta vida real. Chamo-te de meu, porque o meu lugar será sempre junto de ti. Chamo-te de gordo e digo que te amo e amo-te. E tu sabes disso, não é? Isso mesmo, que te amo. Amo amo e amo... Viver a amar-te, é isso.

1 comentário:

Fica em segredo, entre nós.