6 de março de 2011

- em todas as vezes...

De todas as vezes que pensei ter-te perdido, algo teu, algo que era nosso, nunca se foi de mim. De todas as vezes em que afirmava não te amar, o coração precisava das tuas palavras, para não se sentir inseguro e com medo do amor que parecia não ter fim. De todas as vezes em que o meu lugar foram os teus braços, a felicidade foi a minha casa, o sorriso era o maior pedaço de mim e o brilho que a alma continha, não era em vão. De todas as vezes em que as nossas lágrimas se cruzaram, em que as nossas forças fracassavam, nós, erámos o abrigo um do outro; o sorriso dos dois e o sonho numa vida a que não pertencíamos. De todas as vezes em que os caminhos mostraram ser diferentes, em que o nosso amor ficou perdido no tempo, tu sempre foste meu, eu sempre fui tua, os nossos corações sempre foram um do outro. De todas as vezes em que as noites me traziam as saudades que me devoravam o ser, eu não perdia a esperança que um dia, voltarias a ser o meu brilho. De todas as vezes em que voltaste, de todas as vezes que fizeste parte da minha vida, dos meus dias e em mim permaneceste, eu senti-me completa, só por te ter. Fizeste o vazio não ter sentido, eliminaste a minha solidão, o meu desespero e ensinaste-me a viver, deste-me vida.
Obrigada, por me dares a certeza que este amor ainda existe, ainda é nosso, passados 24 meses da nossa existência. Obrigada e amo-te. Amo-te muito, como sempre te amei. Amo-te amo-te amo-te, não há outra forma melhor do que viver a amar-te, viver a ter-te. Amo-te gordinho, IMENSO.

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