22 de abril de 2010

- formas diferentes.

A estrada da tua ausência torna-se longa, mesmo que não saibas. As noites da tua ausência, sabem-me a sede de ti, de quem foste, aquele que não volta. A esperança que eu consigo desgastar com as lágrimas presas ao coração, devoram-me a força de não querer ser a tua. Queres a verdade? Amo-te, não te tenho, mas tu tens-me (não fazes ideia). Lembras-te daquela chamada em que eu te disse que pus a força e o orgulho de parte e estava a falar-te com o coração? O mesmo se passa neste cantinho meu amor, o que nos uniu será sempre presente, porque ambos o vivemos demasiado e aqui, como sempre, o meu coração é teu e tu cuidas dele, no silêncio das tuas palavras e na dor que assombra o nosso amor. O que aprendi contigo, foi que temos formas diferentes de amar e não sabemos aceitar essa diferença.
Não vou caminhar, sem pensar em ti.

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