7 de fevereiro de 2010

- gosto de ti.

 (Lembras-te, pp?)


Vem, dá-me asas para voar contigo. Vem, faz-me sorrir e faz-me amar-te mais e mais. Não pares, prende-te em mim, agarra-te ao meu coração com todas as tuas forças! Vem, faz-me ser, faz-me sonhar, dá-me de volta o nosso mundo, o perfeito, mas desta vez, dá-me a mão e não a largues, nunca mais. E por mais que eu feche a porta e tu não entres comigo, por mais que o coração me gele o corpo e tu não estejas para me aquecer, o sentimento permanece e não muda. As horam avançam e eu amo-te. Os dias mudam e eu amo-te. Mas eu não tenho medo do que possas vir a ser. Não tenho medo do que me fazes viver, não tenho medo de caminhar sozinha, se souber que na meta estáras à minha espera. Vem, vem de mansinho, em passos curtos. Vem limpar a minha alma, vem deixá-la sem dor e fá-la acreditar que estás para mim, como sempre estives-te durante o silêncio. Vem, deixa-me sentir o meu, deixa-me sentir o coração e o que nele tens guardado para mim. O mar encarregou-se de deixar na areia as minhas palavras, para que não se apagassem e para que tu as pudesses sentir, sempre.  Não quero caminhar mais sem ti, dói demais.
Não vás. 
(Ainda) é por ti.

1 comentário:

Fica em segredo, entre nós.