10 de janeiro de 2010

Lembras-te, amor? :'

O que preciso para viver desde aquele dia doisdemarçodedoismilenove, o quê? Preciso de ti, só de ti. Porque és a minha única fonte de viver, é de ti que vem o oxigénio que respiro todos os dias, é por ti que o meu coração ganha forças para continuar a bater, é por ti, por nós. Eu tenho a certeza que é a ti, que eu quero todos os dias da minha vida. Tudo o que passamos, tudo o que vivemos, é nosso, e tu sabes que eu nunca vou revelar nenhum dos teus ( nossos ) segredos a ninguém. Vão ficar sempre no meu coração. Ensina-me a viver, quando não posso falar contigo, ensina-me, que eu não sei o que fazer. Só quero desaparecer, assim dum momento para o outro. E peço-te que te lembres sempre de mim, sempre de todos os nossos momentos, todos os nossos minutos, que passavam a correr, sem nenhum muro gigante para os parar. Nunca duvides do que eu sinto, por favor. Tu viste bem o quanto me fizeste sorrir, tu viste. Eu não te quero perder, e as lágrimas podem invadir-me a cara constantemente, sem parar, que eu não me importo, eu não me importo de chorar por ti, por nós, pelo nosso amor. Para nós nunca vai ser tarde demais, que o nosso único destino é o para lá do infinito, o para lá do sempre. 


« PROMETO QUE IRÁS SER A ÚNICA MULHER DA MINHA VIDA, PARA SEMPRE, MEU AMOR.»
AMO-TE. :" 
( Foi o Diogo da Marta. ) 
  

Sem comentários:

Enviar um comentário

Fica em segredo, entre nós.