14 de janeiro de 2010

eu voltei, mas tu não

(Conseguis-te deixar-me cair.)

E hoje voltei ao lugar em que estivemos juntos pela última vez. Fiz o teu e o meu caminho, que fizemos até aquele abraço.
«Eu quero-te.»
O meu coração tremeu, as lágrimas voltaram a cair, mais uma vez. As tuas palavras que naquele dia formavam uma canção de amor ao meu ouvido, hoje tornaram-se no desespero da minha alma. Eu estava no mesmo sitio que outrora era a nossa felicidade. Eu senti que falhei em tudo e a cada passo que dava sabia que não estavas para mim passado dezanove dias. A minha vida, aquela em que tu príncipe, entras-te tornou-se na minha sobrevivência. Recordei-me do teu sorriso e da felicidade que transbordavas para o meu coração.
«Estamos a tremer os dois.»
Podem ter sido os mais curtos minutos da minha vida, mas «nós» estavamos no nosso mundo.
E hoje voltei a sofrer pelo unico (real) motivo, tu. E hoje amo-te (um muito grande) mais do que algum dia amei alguém.
«Ele ama-te, vê-se na maneira como olha para ti.» (Obrigada, Daniela.)
Mas eu errei, eu perdi, para sempre.

- E hoje, mais do que tudo, eu vivi de ti e não, não consegui desviar o meu pensamento, eras tu que me preenchias, eras tu.
Mas hoje, logo hoje, eu percebi que tudo o criamos e vivemos não vai durar mais, não vai. Eu posso sofrer com tudo, eu posso chorar e posso não conseguir viver, mas hoje (e sempre) a pulseira ficará comigo e todas as outras lembranças do amor mágico que tive, ficarão na caixa que tem o teu nome. Obrigada, pelo quanto me amas-te, pelo quanto me entregas-te, pelo quanto me apoias-te. 
«True love never die.»
Hei-de acreditar, mas não agora. Perdi as forças e a esperança e chama-me de fraca, porque fui vencida.
 Do fundo do coração, desejo-te felicidades, já que eu não consegui fazer-te feliz o suficiente para não desistires da pessoa que sou. 
(Com as tuas palavras frias aumentas-te a minha dor e diminuis-te as minhas forças.)
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