12 de janeiro de 2010

Dentro de mim.



Moves-te a dor e o silêncio, para se soltarem as lágrimas de fraqueza. Não ouves o meu coração, não, não ouves. Não sentes o batimento irregular que o fazes ter, não entendes que me perco e tu, deverias deixar-me marcas do caminho certo, o qual devo seguir para conseguir chegar a ti, mas não, baralhas-me, fazes-me entrar num labirinto sem fim. O abismo. Mas é certo que me irás segurar sempre, que me irás levantar quando estiver prestes a cair. (Eu acredito em ti.) Nada faz sentido sem ti, nada tem cor, nada é igual. Estás a mudar e a levar tudo contigo, menos as lágrimas, a dor e a esperança. Eu não me importo de sofrer por amor, eu não me importo de esperar por nós, mas promete que não vais partir sem mim, promete.
(Preciso tanto de ti.) :'
Sente-me, por favor, sente-me. Sente o meu coração, a minha alma. Sente o que te dou, o que passamos. Não vás, vamos lutar juntos. E eu, agora onde vou agarrar as forças? A noite voltou, mais uma vez, trouxe as saudades e o desespero que me sufoca a alma.
Porquê a nós, porquê agora? Tu és o ar que respiro. Respiro, ainda.


«E lembras-te de quando estavamos deitados na areia?» :'

1 comentário:

  1. Não consegui arranjar nenhum telemóvel, hoje. :'
    (o que se passa?) :'
    - o msn não dá, amor.

    (levas-te a tua alma onde ninguém pode chegar, onde ninguém te pode roubá-la, descobris-te o poder que tens para escrever. não desperdices isso, nunca. :''

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Fica em segredo, entre nós.